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Nova Extensão do LinkedIn para Google Chrome

Linkedin Extension

LinkedIn Extension for Google Chrome

Por Alex Anunciato*

O LinkedIn, hoje da Microsoft, é a maior rede social profissional do mundo. Com mais de 500 milhões de usuários (em mais de 200 países) e mais de 30 milhões de usuários somente no Brasil. Faz todo sentido você ter um perfil nesta rede social e, mais do que isso, usá-la ativamente.

LinkedIn lançou uma nova extensão para Google Chrome e, apesar de ainda ser bem incipiente, pensei em compartilhar esta informação.

Supondo-se que você utilize o navegador Google Chrome você pode acessar e instalar a nova extensão aqui: https://chrome.google.com/webstore/detail/linkedin-extension/meajfmicibjppdgbjfkpdikfjcflabpk

A extensão está em uma de suas primeiras versões (1.16) e, portanto, não tem ainda “grandes recursos”. Instalada no seu navegador a extensão avisa você (mesmo quando estiver navegando em outros sites) sempre que surgirem novas mensagens ou notificações na sua conta no LinkedIn.

Por um lado, isto é “muito pouco” pois basta acessar o próprio site para saber das novidades em sua conta. Se você acessa sua conta diariamente então a extensão pode até parecer “sem serventia”.

Contudo, achei muito boa a iniciativa por dois motivos:

  • Esta é só a primeira versão. Futuramente podem surgir novos updates com novas funções.
  • Muitas pessoas criam sua conta no LinkedIn e a “abandonam” como se a rede social fosse somente um banco estático de curriculuns. Não é. O LinkedIn é um espaço para a leitura e publicação de artigos, realização de conexões, descoberta de novas parcerias e oportunidades profissionais. E muito mais. Com a extensão instalada fica sempre aquele lembrete.

Talvez esta pequena extensão seja o incentivo que faltava para você acessar com mais frequência o LinkedIn, atualizar seu perfil e criar novas conexões.

Se você estiver navegando com o Google Chrome clique aqui e instale agora a extensão.

Boas conexões!

Alex Anunciato
*Consultor de Marketing e Comunicação Digital
anunciato@gmail.com

Hobby e Performance Profissional do CEO

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Por Pedro Lins*

Milhares de CEOs e Executivos de empresas em todo o mundo se questionam: as atividades praticadas fora do trabalho/Hobby contribuem para a melhor performance profissional? Se sim, o que e como devo praticá-la?

Visando contribuir com este pensamento, elaborei algumas questões e respostas para uma melhor reflexão.

Os hobbies são essenciais para baixar os níveis de estresse, o que consequentemente melhora a produtividade no trabalho? como é possível conciliar o trabalho com um hobby e como essa prática de atividades no tempo livre pode ajudar no desempenho do profissional?

No atual estagio de desenvolvimento profissional, não é possível imaginar um executivo de empresa que não desenvolva alguns hobbies (no plural mesmo), visando não somente baixar seu nível de stress, mas principalmente para ampliar sua competências e habilidades profissionais.

A conciliação do trabalho com alguns hobbies deve acontecer com muita naturalidade.
O primeiro passo é o executivo definir qual o propósito dele como profissional? Para que ele escolheu ser um líder? Como ele se surpreende, como espera fazer a diferença, e como construirá o seu legado?

Ao definir seu proposito, ele perceberá que não o alcançará, se não tiver algo diversificado que o auxilie a alcançar seu propósito.

O mecanismo deste alcance é a realização de um hobby, que pode ser algo bem ativo, exemplo, praticar um esporte de alta intensidade ou radical, como squash ou paraquedismo, ou algum hobby com mesmo movimentação corporal, mas mais intelectual como: estudar filosofia, musica, ciências etc, ou fazer um trabalhos manuais ou voluntariado.

Qualquer uma destas atividades ampliará muito as competências e habilidades profissionais do executivo. Colaborando para que ele se torne não somente um profissional melhor, mas também um ser humano mais completo.

Quais são os principais desafios e problemas que os profissionais apontam como obstáculos para não praticar atividades em seu tempo livre e como eles podem mudar essa realidade?

O principal desafio é o profissional definir qual o seu propósito como executivo, para que ele escolheu está carreira/posição, pois não conhece nenhum líder que foi obrigado a ser líder.

Ser líder é uma escolha, da mesma forma que é uma escolha decidir ou não fazer uma atividade fora do trabalho, que o leve a um patamar mais alto. Que o torne um executivo melhor, e a decisão de ter ou não um hobby sai desta escolha.

Na minha opinião, um profissional que se auto desculpa, com o argumento, “NÃO TENHO TEMPO … BLA BLA BLA…”, na verdade está enganando a si mesmo, pois todos temos as mesmas 24hs por dia, e como milhares de executivos conseguem e eu não consigo.

A razão é uma só, o hobby não está no propósito do executivo, por isso ele não faz – ponto.

Quando você tem um propósito, de ser e de fazer algo mais pela sua vida, o executivo com certeza encontrará tempo para fazer algum hobby que o leve a um novo patamar profissional.

Quais atividades que podem ser praticadas e em como elas ajudam o CEO/Executivo a se tornar um profissional melhor?

Mais do que discorrer sobre inúmeros hobbies que um executivo para realizar como: Música (ouvir, cantar ou aprender um instrumento); Novos idiomas; Tecnologia (aprender a programar ou aprender algo diferente); Escrita criativa e/ou Storytelling; Caminhar ou Correr; Fazer stand-up comedy; Meditação, entre outras inúmeras atividades, uma grande pergunta é:

O que mais o profissional pode fazer em seu tempo livre para aumentar sua qualidade de vida, tornando-o mais motivado e produtivo no trabalho?

Meu conselho é: faça trabalho voluntário. Seja alguém que faz a diferença na sociedade, busque uma causa que o atraia, que o deixe feliz, que o torne um cidadão ativo, participativo, que se surpreenda, fazendo algo que nunca fez.

Posso colocar aqui a minha experiência pessoal. Desde que fiz o meu primeiro trabalho voluntário, e nunca mais parei, descobri que somente eu posso construir meu legado, de contribuir para uma sociedade melhor. Na qual minha carreira só teve sucesso.

Grande abraço.

Pedro Lins
*Mentor e conselheiro do CEOlab, consultor em Competitividade Sustentável/Conduta Empresarial Responsável (CEO da FIX-CS), professor convidado da Boston University (BU), e professor associado da Fundação Dom Cabral (FDC).
pedrolins@fix-cs.com

Colega chorão, dá para ajudar?

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Por Maria do Carmo Tombesi Guedes Marini*

A possibilidade de perda de emprego e os muitos desempregados dispostos a aceitar condições menos favoráveis, quando a economia está em recessão, criam um clima de aceitação para tudo o que acontece.

Até um gerente mal preparado pode ser um fator determinante na criação de insegurança no trabalho. Por outro lado, outras vezes, só a falta de atenção ao que está acontecendo com a equipe, mesmo que sem intenção, pode impedir que medidas de correção sejam adotadas.

O medo e a insegurança podem fazer aparecer uma reação na qual boas pessoas muitas vezes fazem coisas ruins para os colegas, sem pensar muito.

Está vivendo isso agora? Não é agradável mesmo. Já passei por situações iguais a essa, desempenhando diversos papeis e sei que em nenhum deles me senti confortável. Entretanto, depois de erros e acertos, descobri que existem formas de passar por tudo isso de maneira menos dolorosa e com resultados melhores para todos.

Essa é uma hora de pensar bem sobre seus valores e crenças, hora de tentar não entrar na onda destrutiva e reagir de maneira positiva. Especialmente se você é um dos que se sentem seguros, seja por suas qualificações diferenciadas ou porque está numa função em que dificilmente será substituído, é o momento de ajudar aos outros.

E, nem pense que estou esperando muito altruísmo de sua parte, nada disso. O que eu gostaria de chamar a atenção é para o fato de que esse tipo de ambiente tenso e inseguro diminui a qualidade das respostas da equipe, causando prejuízo a todos, inclusive a você. Isso, sem falar que o ambiente de trabalho pode ficar insuportável!

O que você pode fazer? Antes de mais nada, você pode tentar entender o que está acontecendo com um e outro colega inseguro à sua volta. Alguns estão abalados pelo momento, mas outros são chorões profissionais.

Os primeiros são mais fáceis de lidar, mas ambos merecem atenção. Colega de trabalho que fica o tempo todo querendo saber se está fazendo um bom trabalho é um bom exemplo de quem está inseguro. Tem aqueles não se propõem a ajudar ninguém, pois consideram todos rivais disputando sua posição. Tem outros que escondem informações, especialmente se elas forem estratégicas. Seja por razão conjuntural ou por natureza que isso acontece, vale a pena você provocar mudança positivas com pequenos gestos.

Boas conversas, nas quais você ouve mais do que fala, são um remédio bem interessante. Auxiliar em autoreflexão, para que ele decubra seus pontos fortes, pode fazer com que seu colega valorize mais seu papel e sinta-se mais confortável. Pedir e valorizar ajuda é importante e, se você puder buscar a opinião sobre alguma coisa que você sabe que ele é bom e você não é tanto, vai mostrar que ele pode ter diferentes conhecimentos e qualificações a oferecer.

Tentar diminuir a tensão geral da equipe sempre que puder, nos intervalos do trabalho, com conversa leve é uma coisa bem fácil. Ofereça informações interessantes e positivas sempre que tiver uma oportunidade e, se não as tiver, tente criá-las.

Eu sei que gente fazendo o papel de vítima todo o tempo é muito chato. Tenha paciência, elas podem estar buscando aprovação de alguém que admiram, você. Se perceber alguma abertura, converse com seu colega chorão sobre essa característica dele. Se puder reconhecer os sentimentos e preocupações, demosntre que compreende, mas deixe claro que ele pode estar agravando o problema sem se dar conta. Tome cuidado para não reforçar o comportamento. Se a pessoa fica o tempo todo se inferiorizando, mude o foco elogiando ou mesmo ignorando.

Claro que vai existir aquele que não quer auxílio, é o chorão profissional, inseguro, recalcado, maldoso. Você não é obrigado a aguentar comportamento irracional ou se o sujeito está deliberadamente tentando prejudicá-lo para fazer um ponto. Algumas vezes essas pessoas se sentem melhor fazendo com que você desça ao nível de insegurança delas. Nesse caso, divida sua preocupação com a chefia ou mesmo com os responsáveis por recursos humanos. Certamente você não será o único e se reclamações se acumularem, providências deverão ser tomadas sem seu envolvimento direto.

De qualquer forma, mesmo fazendo tudo isso, é importante que suas expectativas de mudar o comportamento da pessoa sejam realistas. Você não é um milagreiro, por mais que queira. Seu gerente, pelo menos em tese, tem mais ferramentas e habilidades para fazer efeito, você não tem que fazer tudo sozinho.

Lembre-se que esse não é um problema que se resolve do dia para a noite. Muitas vezes, pessoas altamente inseguras precisam de uma tragédia como perder o emprego para descobrir que têm um problema e que têm que buscar ajuda. Essa ajuda pode ir além da boa vontade de um colega compreensivo ou de um chefe disposto a investir no desenvolvimento da pessoa. A maioria das inseguranças pode originar-se de qualquer coisa, de um passado conturbado até um abuso no presente. Em muitos casos, eles precisam de ajuda psicológica especializada.

Infelizmente, os seriamente inseguros, mesmo desempenhando muito mal, não reconhecem, põem a culpa nos outros ou na organização. São tão resistentes a admitir que há um problema, que têm que passar por uma crise pessoal como perder o emprego antes de finalmente se tornar dispostos a mudar e procurar ajuda. Nesse caso, não há o que você possa fazer, infelizmente.

Maria do Carmo Tombesi Guedes Marini
*Consultora de Desenvolvimento de Pessoas e Coach
carmo@navitasconsult.com.br

O dilema da adaptabilidade

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Por Ronaldo Ramos*

Em recente artigo publicado no site do World Economic Forum, escrito por Stéphanie Thomson Editor, World Economic Forum, discute-se o resultado de uma pesquisa que mostra que pelo menos 35% das habilidades que as empresas procuram em seus colaboradores serão diferentes daqui a 5 anos.

Como então podemos nos preparar para acompanhar essa mudança contínua de demandas por novas e mais complexas e integradas habilidades, e qual seria o perfil de um programa de auto-desenvolvimento em tempos onde a incerteza é grande e a vontade de engajar-se de forma duradoura em uma empresa ou ambiente de trabalho é cada vez menor e menos previsível?

Em particular, continuo acreditando na mentoria como ferramenta-chave para acompanhar e acelerar esse desenvolvimento profissional em torno não só de carreiras dentro de empresas no modelo tradicional mas também na crescente vontade dos jovens de decidir e comandar seu próprio futuro tomando ações que façam mais sentido dentro de uma perspectiva mais humanista e onde o capitalismo e o liberalismo são cada vez mais desafiados como sistemas autocráticos, dominadores e injustos.

A autora do artigo falou com 5 experts do Forum’s Young Global Leaders community para obter a opinião deles, partindo da premissa de que o ciclo “estudo/trabalho/aposentadoria” está sendo substituído por outro mais complexo e diversificado.

Eu mesmo posso testemunhar que meus caminhos profissionais procuram adiar este ciclo e postergar a aposentadoria; como um colega de faculdade comentou hoje comigo, o lema “Learn and Return”está mais vivo do que nunca. A cada processo de mentoria que participo, sob a premissa de que tenho experiência a compartilhar, percebo que aprendo mais e que fico ainda mais ansioso por compartilhar o novo aprendizado, formando assim um ciclo que se renova e se atualiza enquanto for possível.

O artigo menciona ainda o depoimento do ministro da educação argentino – espera-se que uma criança hoje, ao longo de sua vida profissional, possa vir a trocar de trabalho no mínimo sete vezes e também que 5 deles ainda não existem. Portanto, novas habilidades começam a ser incluídas nos currículos escolares, como empreendedorismo e programação de computadores.

Sabemos também da importância que as empresas voltem a reativar seus programas de estágio e trainees, agora procurando por especialidades como programação, estatística, matemática aplicada, resource planning e sobretudo capacidade analítica crescente devido ao grande volume de dados disponibilizado diariamente. O conhecimento depende da capacidade cognitiva de transformar dados em informação relevante para o processo decisório e adaptativo.

Uma rara combinação de habilidades de relacionamento humano e técnicas será o grande desafio a ser vencido, já que nossos modelos de educação tendem a privilegiar um ou o outro.
Outros conceitos ainda mais profundos costumam associar que o profissional deve a partir de agora desenvolver uma educação voltada para os dados combinada com grande capacidade de se conectar empaticamente com outros indivíduos, sejam clientes, stakeholders ou colegas de trabalho.

Parece que todos de certa forma anseiam por esse profissional super qualificado em todas as dimensões do conhecimento humano e científico, um idealizado super ser humano do futuro e que as previsões tendem a ignorar as fraquezas e os distúrbios mentais que se configuram de forma crescente em nossa sociedade.

Mais e mais parece-me que a maneira de enfrentar e adaptar-se a essa nova demanda trazida pela sociedade dos dados, do compartilhamento e da busca por justiça social deverá ser a de criarmos espaços de apoio mútuo e de networking onde a solidão na tomada de decisão e o compartilhamento de novos e significativos conteúdos estejam presentes e mitigados.

Recomendo a leitura do artigo e a reflexão sobre qual tipo de mentor você vai escolher.

Ronaldo Ramos
*Fundador do CEOlab e professor associado da FDC
ronaldo.ramos@ceolab.net

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