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4º Hackathon – Maratona de Programação do Comitê Acelera FIESP (CAF)

Com informações da Comissão Organizadora do 4º Hackathon CAF / FIESP - http://hotsite.fiesp.com.br/hackathon

Fonte: http://hotsite.fiesp.com.br/hackathon

Por Alex Anunciato*

Inscreva-se você também na 4ª edição do Hackathon organizado pelo Comitê Acelera FIESP (CAF).

Este evento ocorre entre os dias 22 e 24 de Agosto de 2015 e pretende reunir designers, programadores e outros profissionais do universo de tecnologia e inovação para uma maratona de programação, criatividade e empreendedorismo.

O tema deste ano será: Economia Compartilhada e Colaborativa.

As ações terão como foco 3 categorias:

• Consumidor Consumidor Final
• Cadeia Produtiva
• Social

Você pode obter todas as informações sobre o Hackathon, conhecer o regulamento e se inscrever diretamente no hotsite oficial do evento.

• Hotsite: http://hotsite.fiesp.com.br/hackathon
• Facebook: http://facebook.com/pages/ComitAA-Acelera-FIESP/579969555477500
• Instagram: http://instagram.com/acelerafiesp

Com informações da Comissão Organizadora do 4º Hackathon CAF / FIESP.

*Consultor de Marketing e Comunicação Digital
anunciato@gmail.com

O Líder do Futuro e a Competitividade Sustentável

Por Pedro Lins*

Como desenvolver uma nova geração de líderes preocupada com a Competitividade Sustentável?

 Image courtesy of Suwit Ritjaroon at FreeDigitalPhotos.net

Image courtesy of Suwit Ritjaroon at FreeDigitalPhotos.net

Desde a concepção do termo “Desenvolvimento Sustentável”, no documento intitulado Nosso Futuro Comum, publicado em 1987 pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU, as empresas, as organizações da sociedade civil e os governos iniciaram um extenso debate. Conhecido como Relatório de Brundtland, incitou questões como “realizar o desenvolvimento que procura satisfazer nossas necessidades atuais, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.

Esses debates quase sempre são focados em: “O que fazer”; “Por que fazer”; e “Como fazer”. Mas muito pouco é abordado sobre “Quem fará” e “Para que fazer”.

Uma das primeiras considerações que me vêm à cabeça é: “Para que os líderes do futuro devem se preocupar com o Desenvolvimento Sustentável, ou melhor, com a Competitividade Sustentável?” A resposta é muito simples: porque serão eles que viverão no futuro.

Infelizmente, ainda não conseguimos conscientizar esta nova geração de líderes sobre seu papel no desenvolvimento e na competitividade sustentável das empresas e organizações. Pois o que eles ainda aprendem, na maioria das escolas de administração, é basicamente desenvolver seus negócios com foco apenas no retorno financeiro que seus empreendimentos devem ter, considerando a competitividade como o grande propulsor do crescimento. E o lucro é seu único botton line.

Dessa maneira, é de fundamental importância que as escolas, as empresas e os governos motivem, engajem e comprometam esta nova geração de líderes a tomarem o conceito de Competitividade Sustentável como a base para um futuro sustentável.

A Competitividade Sustentável é o compromisso das empresas em gerenciar e melhorar o seu resultado Econômico, o seu Impacto Ambiental, as Implicações Sociais e a Salvaguarda Cultural de suas atividades em âmbito empresarial, local, regional e global. Dessa forma, possibilita que pessoas, empresas e nações, agora e no futuro, atinjam um grau de desenvolvimento social, ambiental, econômico e cultural. Podem, assim, dispor ao mesmo tempo do uso sustentável de seus recursos naturais, humanos e financeiros aos quais têm acesso, sem impossibilitar que gerações futuras utilizem esses mesmos recursos; a base do desenvolvimento sustentável.

Neste ponto, trabalho com um grupo de profissionais, que busca conscientizar a nova geração de líderes sobre o seu papel no futuro do Planeta. Como estrutura, utilizamos a evolução sobre os conceitos, partindo da Caridade até a Competitividade Sustentável. Um dos principais programas visa a proporcionar que Líderes do Futuro possam vivenciar o que é desenvolver um negócio competitivo e sustentável.

Assim, há nove anos desenvolvi o “Brazilian Field Seminar – BFS” em parceria com a professora Kristen McCormack da Boston University (BU). É uma experiência ao vivo, no qual, durante duas semanas, 20 alunos do MBA da BU fazem uma viagem pelo Brasil, para conhecer e estudar diferentes perspectivas de como fazer negócios nos três setores (público, privado e social). No BFS, eles visitam, em média, 20 empresas dos três setores, e têm a oportunidade de utilizar seus conhecimentos para avaliar diferentes maneiras de fazer negócios competitivos e sustentáveis. Todo ano o time é muito heterogêneo, com alunos de vários países e interesses. A diversidade permite a esses jovens líderes conviver intensamente com outros tipos de pensamentos e perspectivas.

Acreditamos que, ao dar uma oportunidade de viver outras realidades, culturas e maneiras de fazer negócios, os alunos podem e aprimoram suas próprias formas de pensar. Além de considerar o quadriple botton line, a base da Competitividade Sustentável.

Dentre dezenas de experiências, desde vários trabalhos desenvolvidos pelos jovens na colaboração de projetos sociais, ambientais, culturais e econômicos no Brasil, dois casos foram marcantes. Um aluno de um país do leste europeu, herdeiro de um banco, ao final da viagem ao Brasil, me confidenciou a transformação da sua visão de negócio – já que ele nunca havia entrado em uma favela, sem imaginar a maneira como aqueles empreendedores tocavam seus negócios, em um ambiente tão desfavorável. Dessa maneira, ele decidiu reiniciar sua carreira no banco da família, com uma nova perspectiva no desenvolvimento do negócio, que seria focado não somente no economic bottom line, mas na Competitividade Sustentável.

O segundo foi um aluno que, na época, tinha 49 anos e era capitão da Polícia de Boston, com mais de 200 oficiais sob o seu comando. Apesar de nunca ter feito uma viagem ao exterior, esse policial conheceu uma realidade inédita e, a partir dela, criou um novo approach, mais humano e respeitoso, em relação aos habitantes ilegais da sua área de jurisdição. O que, segundo ele, melhorou muito o relacionamento entre autoridade e sociedade.

Acredito que a educação vivencial seja a melhor forma de oferecer aos futuros líderes a oportunidade de desenvolver seus conhecimentos, contribuir para a formação de seu caráter, sua ética e sua honestidade. Assim, quando assumirem seus papéis à frente de empresas, organizações e governos, eles estenderão seu objetivo para o bem da humanidade, em vez de unicamente visar ao resultado financeiro.

*Pedro Lins é consultor em Competitividade Sustentável/Sustentabilidade, CEO – FIX-CS e professor Associado da FDC
pedrolins@fix-cs.com

Valores globais da nova liderança

Image courtesy of jscreationzs at FreeDigitalPhotos.net

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Por Ronaldo Ramos*

Muitas das inovações tecnológicas utilizadas por nós atualmente foram previstas por autores de livros de ficção e pela indústria cinematográfica. Embora nem todas as visões retratadas tenham se concretizado – como a tão abordada viagem no tempo, que carece de embasamento científico –, algumas estão causando mudanças radicais na sociedade, com acesso a conhecimentos privilegiados.

O Fórum Econômico Mundial já anunciou a classe de Jovens Líderes Globais de 2015. A maioria em seus 30 e poucos anos, 187 indivíduos são paradigmas tradicionais de liderança desafiadora para trazer mudanças positivas ao mundo: a vanguarda que chega para antecipar as necessidades do futuro e os novos comportamentos da força de trabalho.

A responsabilidade tem o tamanho do conhecimento e eles sabem disso. Como grande parte da tecnologia de 30 anos atrás tornou-se obsoleta, esses jovens estão provando que os estilos de liderança dessa época também ultrapassaram o respectivo prazo de validade. Gestão por medo, hierarquias rígidas, locais de trabalho dominados por homens brancos e pensamentos preconceituosos são cada vez mais anacrônicos nos tempos atuais.

A questão está em como reverter os excessos do capitalismo e evitar as loucuras do comunismo. Para um grupo de pesquisadores, os países emergentes serão os principais centros de transformação. Seguem a seguinte linha de raciocínio: em mercados já estabelecidos, é mais difícil mudar as diretrizes corporativas, pois o poder econômico pode desacelerar as mudanças ou mesmo levar inovadores a pagar pesadas multas. Já em novas nações, como Brasil e Índia, ainda há muito espaço para o desenvolvimento das empresas, o que tornaria a mudança para um modelo de gestão inovador mais fácil e rápido, a despeito de ideologias políticas retrógradas e totalitárias ou de fanatismos religiosos.

Esta geração de líderes difere em termos de gênero e nacionalidade, seu trabalho atravessa as divisões tradicionais entre os setores e eles adotam posturas criativas para problemas difíceis. Abordagens multidisciplinares, empáticas, multiculturais, pensamentos laterais e flexíveis, quebras de paradigmas e vontade de compartilhar conhecimento e riqueza. São leitores ávidos, com espírito crítico, vocabulário renovado, capazes de se expressar de outra maneira, de gerar soluções – não apenas para um mundo diferente, mas para este em que ainda vivemos. Os jovens líderes da classe de 2015 estão provando a importância de cinco pontos-chave para a condução da liderança:

1) Transparência radical: a tecnologia e a velocidade de comunicação têm aumentado a importância de cada um de nós. Os líderes no mundo de hoje percebem que tudo o que dizem, fazem e compartilham pode ser tornado público. Os autênticos vão brilhar nesta era e incentivar seus funcionários e organizações a viver e trabalhar com transparência e mente aberta. Cada vez mais, isso é importante especialmente na esfera governamental. A função do estado, os sistemas de governo, a relação entre governo e iniciativa privada, os sistemas financeiros e os sistemas legais terão de se adaptar mais rapidamente aos anseios da sociedade.

2) O poder de trocar: a sua organização está funcionando meramente como a soma de suas partes? Ou você está favorecendo um local de trabalho de apoio mútuo e troca para concretizar as ambições mais elevadas? Os líderes estão colocando essa filosofia em ação com as organizações, comunidades e redes em todo o mundo. Como harmonizar essas novas tendências ao atual capitalismo, que continua gerando milionários inovadores sem responsabilidade social?

3) Conflitos construtivos: desavenças chegam a romper sociedades. Quando tratada de forma construtiva, no entanto, a discordância também pode ser uma fonte de compreensão, empatia e novas soluções para questões desafiadoras. Como desenvolver times que utilizam o respeito à diversidade e que podem convergir inteligentemente tanto no intelecto quanto emocionalmente, priorizando a sustentabilidade?

4) Líderes trissetoriais: os desafios globais de hoje são complexos, interrelacionados e exigem a colaboração entre governo, empresas e sociedade civil, além de atravessarem as fronteiras culturais. Quase todos os Jovens Líderes Globais da turma de 2015 viveram, estudaram e trabalharam em diferentes países; muitos deles falam vários idiomas; e grande parte representa o tipo trissetorial necessário para resolver os problemas intratáveis do mundo.

5) Além da linha de atuação: bem-sucedidos em suas áreas de especialização, os novos lideres estão dedicados a fazer uma contribuição para a sociedade de forma mais ampla. Seja em setores privados ou públicos, acadêmicos ou midiáticos, eles se consideram os empreendedores “sociais em espírito”. O que justifica a inclusão da dimensão espiritual no assunto sustentabilidade.

Esses pontos não vão apenas mudar a cultura de trabalho dos dias de hoje, mas criar as bases para os próximos 30 anos. Muitas tecnologias certamente irão, mais uma vez, alterar o curso da história humana. Poderemos estar vivendo em outros planetas, com máquinas assumindo nossos postos de trabalho, e os avanços nos ajudando a lidar com os desafios climáticos. De todas as conjecturas, temos uma certeza: a liderança mais construtiva, inclusiva, que abraça a diversidade e a transparência, será essencial para criar o tipo de futuro que queremos e precisamos. E você, já começou a refletir sobre as alterações nos contratos de trabalho e sua carga tributária? Em como vai negociar com seus colaboradores sobre os projetos e a distribuição do tempo?

Boas reflexões!

*Fundador do CEOlab e professor associado da FDC
ronaldo.ramos@ceolab.net

Voltei da rua

Momento “love” da tropa com a população – 15 de março de 2015 (foto do Twitter)

Momento “love” da tropa com a população – 15 de março de 2015 (foto do Twitter)

Por Beia Carvalho*

Voltei do #VemPraRua com pelo menos 3 surpreendentes conclusões:

1. A classe A, em São Paulo, tem pelo menos 1 milhão de pessoas;
2. Os paulistas “coxinhas”, “creuset”, “varanda gastronômica” são a maioria nos 22 estados brasileiros e Distrito Federal;
3. Última mas não menos importante: o Brasil é o único país do mundo que leva às ruas apenas pessoas da classe A.

Comecei a subir, a pé, os 6 quarteirões que me separavam da Av. Paulista. No começo, uma turminha aqui, outra lá adiante. Há 3 quadras de distância, já éramos um grande bloco de amarelos e verdes, e algumas vuvuzelas. O passo foi ficando cada vez mais apressado. O coração começou a bater diferente. E deu aquela sensação de estar chegando no Maracanã pra ver o Fla-Flu ou de quando a gente dava de cara com o Estádio no Pacaembu, quando o Corinthians jogava. Todos no mesmo passo, cada vez mais acelerado. Agora, quase no centro do entretenimento-financeiro-cultural, parece um ensaio de orquestra. Pouco a pouco, entravam os sons de vuvuzelas, helicópteros, gritinhos histéricos e abafados de guerra.

Há 30 metros, já entrevendo o início da Paulista, as palavras de ordem destapam: “o povo acordooouu”, “fora Dilma”, “fora PT”, “pede pra sair”!

A “comissão de frente” é formada por 50 policiais perfilados ao longo daquele paredão lateral do Cine Belas Artes. E, barrando a entrada de carros para a avenida, carros da polícia com as luzes e sirenes ligadas e mais uns 50 oficiais, dispersos. O povo vai entrando e entrando no clima dos gritos, das fotos junto a faixas e cartazes que lhe representam, dos vídeos, das palavras de ordem.

Fui sem câmera, sem lenço nem documento. E, durante todo o tempo que participei da manifestação, só lamentei por um momento não ter a dita cuja. A cena estava ali, logo na segunda quadra: policiais de choque paramentados da cabeça aos pés, perfilados transversalmente à avenida. Até aí, nada demais. O bizarro foi ver todo o tipo de pessoas – jovens, pais com bebês de colo, velhos, grupos ou indivíduos – fazendo selfie bem juntinho à tropa de choque, e os policiais sorrindo e posando para as fotos. Muitos deles até saíram da posição de sentido. Le Brésil n’est pas un pays sérieux.

Paro no alto de um canteiro, quase na esquina da Paulista com a Augusta. Bela decisão. Do alto, via tudo. Olhando para trás, o fluxo constante de gente chegando da Rua da Consolação. À minha frente, o espetáculo. Vi, ao vivo, os números subindo de 200.000 pessoas, dados da Polícia Militar, para 1 milhão de manifestantes, dados de todo mundo: mídia e Polícia.

Interessante. Ao analisar este mar de gente branca, cheguei à uma triste conclusão: tenho um grave problema de visão. Vi gente de tudo quanto é cor. Ou não se fazem mais “classes As” como antigamente? A meu lado, 2 desdentados. Pois é, não está fácil pra ninguém! Pagar a conta do dentista bateu na classe A também.

Bem antes da TV começar a falar dos Carecas do Subúrbio e das prisões, identifiquei 2 “armários” do meu lado que se comunicavam por sinais, segurando algo irreconhecível num saco preto sob a jaqueta. Piquei a mula rapidinho. Logo depois, começaram as prisões e vi um dos carecas ao meu lado pela TV.

Também ouvi outras línguas, em especial espanhol e italiano. Muitas, mas muitas câmeras fotográficas e de vídeo. Nem dava pra contar a quantidade de celulares registrando tudo e todos. Tentei guardar na memória os dizeres das faixas. O que me lembro é de “Fora PT/Dilma”, “PT é a favor da ditatura da Venezuela” a palavras de ordem contra a OAB, preço do diesel, Petrolão, corrupção. Enfim. Democracia também no tipo de protesto. Não vi nenhuma bandeira partidária, nenhuma menção a Aécio.

Tive sorte de ter por perto 2 senhores, um argentino e o desdentado, que tinham descido no Paraíso e vindo pra esse lado da Augusta. Assim, obtive o registro do mundão de gente que estava pras bandas de lá, sem sair do meu “mirante”. Amedrontada com os carecas e ouvindo o som das buzinas dos Scania, que chegavam a mim, vindo do finalzinho-da-Rebouças-começo-da-Consolação, me dirigi para lá. WOW! Foi muito comovente!

À frente de uma fila de caminhões, 3 daqueles monstruosos Scania, que nunca vemos circulando na cidade, fechavam – como se alguém tivesse medido – a avenida de lado a lado. Uma suruba de buzinaço de caminhões com os gritos de “pede pra sair”. Na frente dos caminhões parados, um caldeirão de brasileiros de todas as cores e idades, uns com, outros sem dentes. De repente, os caminhoneiros deixaram a cabine e subiram no topo das carrocerias. E desfraldaram, lá de cima, as faixas dos manifestantes que estavam no solo e enormes bandeiras do Brasil. Foi muito bonito e emocionante. Nesse momento, também senti falta de minha câmera.

Hora de voltar. Cai uma chuvinha fininha que vira uma pancada. Volto. Domingo, 15 de março. Fiz minha caminhada até a Paulista. Vivi um momento histórico, não tenho a menor dúvida. Volto correndo, a chuva cai forte. A alma está lavada.

Sou bisneta de judeus, neta de árabes e filha de paraibano. No Brasil, sou branca. Na França, sou muçulmana. Nos Estados Unidos, judia. Eu sou paulistana, trabalhadora incansável, nasci no ano do 4º Centenário dessa cidade, que não pode parar. Orgulho!
Sou a Beia Carvalho, a favor de uma Visão de Esperança para este país. Não é possível criar filhos e netos numa nação em que seu líder máximo mente descarada e repetidamente.

Quem cria filhos, sabe como é difícil e exaustivo fazer as crianças entenderem que não podem mentir nem pegar coisas e brinquedos que não lhes pertencem. E a gente educa pelo exemplo. Não é possível que as atitudes dos governantes do Brasil sejam inversamente opostas àquelas que pregamos em nossos lares e que enaltecemos entre nossos amigos, nossas escolas, empresas e comunidades.

15 de março: um marco.

300.000 menções nas redes sociais em 12 horas: das 6h às 18h do dia 15 de março de 2015.

Parabéns, São Paulo!

*Palestrante futurista
beia@5now.com.br

Brasília, 15 de março de 2015 (foto do Twitter)

Brasília, 15 de março de 2015 (foto do Twitter)

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